segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O cupido "meteu o pé"!




Bem-vindo a "época da não inocência".
Não há "bonequinhas de luxo" e nunca é "tarde demais para esquecer".
Ao invés disso, as bonequinhas trabalham e têm relações que tentam esquecer rapidinho. A autopreservação, diversão e fazer bons negócios são mais importantes.
Meu querido... O cupido "meteu o pé"!
Mas, como foi que isso aconteceu?
É como um enigma da esfinge... Como existem tantas solteiras interessantes e ninguém se acerta?
Será que quanto mais velhas, ficamos mais seletivas?
Acho que pela primeira vez na historia as mulheres tem tanto poder quanto os homens, com o luxo de trata-los como objetos sexuais.
Mas é meio confuso, porque os homens não querem saber de relação e se você só quer saber de sexo, eles reclamam.
Me vejo na TOTAL liberdade de se um homem não der no couro, dar um pé na bunda dele!
Certa vez, sai com um carinha que era suuuper bom de cama. Mas depois da transa ele queria ler poemas, conversar, sair para jantar, e eu: NEM PENSAR!
Talvez quando o cara certo aparecer, tudo mude... Isso se esse tal não for uma doce ilusão.
Enquanto isso vou viver a vida! No estilo de parar e pensar depois "OMG, o que eu fiz?!" rsrs
É isso, acho que houve uma leve desistência no amor, para galgar o poder.
Uma grande duvida, será que ainda existe amor de verdade?!


Me perdoem pela minha ausência... A partir de hoje postarei todos os dias novamente.
 Beijos, suas lindas!
 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

De primeira ..


Quem inventou as regras para um encontro?
Eu estava louca para transar com ele... Mas será que no primeiro encontro oficial seria uma atitude certa?
Será que adiar o prazer é um sinal de maturidade?
Não posso ser guiada por regras. Sigo as minhas emoções.
Grandes romances podem começar com sexo no primeiro encontro... Aposto!
Eu fui...rs
Enfim, não seria a primeira a falar.
Se ele nunca mais me procurasse, me lembraria dele com carinho...
... COMO UM BABACA!
será que o sexo secreto era a melhor forma de intimidade...
...já que existia  em um estado puro, alheio ao julgamento do mundo?
Ou seria uma outra forma de negarmos nossos sentimentos...
...e compartilhar emocionalmente nossas vidas?